O DEMÔNIO DA SIMPLICIDADE

O DEMÔNIO DA SIMPLICIDADE

CIÊNCIAS COGNITIVAS SOBRE CONHECIMENTO HUMANO E INTEGRAÇÃO SOCIAL

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CIÊNCIAS COGNITIVAS SOBRE CONHECIMENTO HUMANO E INTEGRAÇÃO SOCIAL

O DEMÔNIO DA SIMPLICIDADE

CIÊNCIAS COGNITIVAS SOBRE CONHECIMENTO HUMANO E INTEGRAÇÃO SOCIAL

Month: April 2021

21.Uma vida de escolhas ou segura

21.Uma vida de escolhas ou segura

Se você tiver uma vida em total segurança de tudo, vai se sentir feliz? Vivendo totalmente protegido mental e fisicamente, você consegue encontrar a sua felicidade?

A proteção mental se refere a que todas as pessoas que tenham contato com você, nunca discordem, nunca discutam e sempre te façam reverência. Pode parecer ser uma boa situação de vida e, certamente que essa proteção pode te garantir a segurança psicológica do stress da vida mas, também vai impedir que você se desenvolva mentalmente.

Quanto a proteção física, acontece uma condição ainda mais dramática. Pois ao você viver protegido, impede o seu desenvolvimento físico e o reconhecimento das capacidades e habilidades do seu corpo mas, garante a sua sobrevivência. E na escolha de sair da segurança, pode se colocar em risco. Mas porque as pessoas chegam a se colocar em sério risco de vida para se testarem?

31.Felicidade e tristeza

31. Felicidade e tristeza

O conceito que nós temos da felicidade e da tristeza, está mais para um “engano”, do que para uma verdade.

Se, exigirmos tudo o que queremos, poucas vezes na vida seremos felizes. Se reconhecermos tudo o que recebemos quando queremos e, também o que recebemos quando não queremos mas, precisamos, então seremos duas vezes mais felizes.

O que buscamos na vida é sempre a felicidade. E ela está sempre no fim de uma estrada, muitas vezes difícil e bastante longa. Mas para recebermos o “prêmio” que queremos, enfrentamos a caminhada. E, por mais breve que seja a felicidade, sempre vale a pena a dura jornada.

Contudo, o percorrer da estrada, sempre muda as pessoas e, ao receberem o prêmio, elas já não são mais as mesmas pessoas. E o prêmio tão almejado, deixa de ter o valor que tinha antes.

Muitos concordam que, depois daquela dura e, muitas vezes longa estrada, o que mais lhes trouxe a felicidade, não foi exatamente em ter alcançado o prêmio mas, em ter se

37.O mal, em uma única palavra

37. O mal, em uma única palavra

As maldades são sempre provocadas por pessoas que seguem severamente o conceito de uma palavra. O mal, contigo em uma única e terrível palavra.

O simples pronunciar desta palavra, já provoca efeitos de curta e longa duração e alcance. Uma única palavra onde está contido todo o caminho da humanidade. Uma palavra que dividiu o mundo entre religião e ciência, evolução e pobreza. Uma vez dita, expõe o íntimo, o interior de cada um. Chega a provocar calafrios, a sensação de engolir em seco, alterar a pressão do sangue e vários outros sintomas físicos. Pronunciar esta palavra, sem medir as consequências ou, sem ter a real consciência do seu poder, pode nunca te dar a chance de voltar atrás e, será obrigado a viver com o tormento de repetir para si próprio, que foi apenas um engano. A palavra mais terrível de todas a ser pronunciada é a,

76.Quem serve, aprende a ser feliz

76. Quem serve, aprende a ser feliz

O objetivo do homem no mundo, somente é alcançado, servindo.

O principal objetivo do homem no mundo é partilhar. Somente na partilha é que se alcança a felicidade. Sendo que, a felicidade é o que todo indivíduo procura para ter a sua razão de viver, e é assim que é consumida toda a sua energia vital.

Contudo, para alcançar o seu objetivo da Felicidade, o indivíduo precisa partilhar. E o ato de partilhar é sempre um ato de Servir. E este é, o mesmo princípio de Deus em todas as crenças religiosas no mundo.

Os Homens pedem e, esperam de Deus que, ele Partilhe com eles. E Deus faz sempre por onde para atender aos homens como, um bom servo. Ensinando assim aos homens que, quem é servido, não é superior a quem serve. Pois Deus, serve aos homens e, isto não nos faz superiores a ele.

Os homens servindo, aprendem e se desenvolvem mais do que quando são servidos. E porque o ato de servir é físico, está diretamente relacionado à realidade. Servir de um modo que não esteja bem conectado ao mundo real, é

51.Se enganar para se integrar

51. Se enganar para se integrar

Este desvio, engano, do conhecimento de si próprio é provocado pelo seu instinto individual, de se integrar ao grupo. Para se integrar, você precisa ser reconhecido como semelhante ou, útil. E para conseguir isto, você é capaz de ir até mesmo contra os seus princípios morais e éticos para ser aceito pelo grupo.

Esta aceitação produz um efeito de felicidade e satisfação, que podem durar uma vida inteira, sem que você perceba que viveu uma “mentira”. É muito comum que, depois de longo tempo participando do grupo, você não saiba responder se está feliz. Ou quem você realmente é. Um exemplo nítido do não saber sobre si mesmo, são os jovens que, somente após se formarem em uma profissão, descobrem que a sua aptidão era outra. Ou seja, não está feliz.

Os muitos jovens que prosseguem nestes cursos, principalmente por causa dos grupos a que se integram, nunca serão felizes. E pessoas infelizes, não costumam ser flexíveis. Tendem a tentar corrigir no mundo aquilo que neles está errado mas, de forma bruta e sem

66.Quem é o mais belo

66. Quem é o mais belo

O que é belo aos nossos olhos é tão relativo quanto a variedade de tantas quantas coisas vivas ou materiais existem no universo.

Contudo, a nossa mente está preparada para reconhecer as mínimas diferenças de dimensão, cor, textura e mesmo os mínimos detalhes nos outros indivíduos, principalmente no rosto. Por pequenas diferenças plásticas conseguimos identificar uma pessoa no meio de tantas outras. Conseguimos determinar uma diferença entre raças. E, qual pessoa nos é mais bonita e, qual nos é mais feia, mesmo que as medidas das diferenças sejam bem pequenas.

Esta análise visual é um processo mental bastante complexo e envolve uma grande quantidade de informações. Os dados visuais são os mais rápidos de serem analisados e por isto são mais decisivos e, mais “enganosos”.

O objetivo da nossa espécie ter uma grande capacidade de detectar as mínimas diferenças é para analisar se aceitamos a parceria para a reprodução ou, para pertencer ao grupo. O que não aceitamos, pode ser descartado ou destruído. Esta função mental permitiu a nossa espécie se